Um analista sugeriu que o PS6 poderia ser lançado apenas digitalmente quando o PlayStation parasse de produzir discos de jogos físicos. A afirmação decorre do afastamento gradual da Sony dos discos, visto com o PS5 Digital Edition e o drive opcional do PS5 Slim. Se essa mudança acontecer, o próximo console da empresa poderá marcar o fim de uma era para a mídia física no PlayStation.
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Como a eliminação do disco físico do PlayStation poderia moldar o PS6
A Sony confirmou planos de descontinuar os lançamentos de novos discos do PlayStation a partir de 2028, encerrando décadas de mídia física que remonta aos primeiros dias dos jogos.
Em postagem no blog, o conglomerado multinacional afirmou que os novos títulos continuariam disponíveis no varejo, mas seriam vendidos como códigos digitais em vez de discos. A notícia segue o anúncio da Rockstar poucos dias antes de que o tão aguardado Grand Theft Auto VI não terá lançamento em disco físico.
A Sony atribuiu a mudança às mudanças nas preferências dos consumidores e a uma indústria de entretenimento que está se afastando dos discos físicos em direção aos digitais. «Esta é uma direção natural para a Sony Interactive Entertainment se adaptar às tendências do consumidor, já que a preferência geral pela mídia digital ultrapassa significativamente os discos físicos. Esta transição nos permitirá alinhar mais de perto com a forma como a maioria da nossa comunidade prefere acessar e jogar jogos hoje», afirmou ainda. No entanto, a análise da Forbes sugeriu que esta mudança poderia continuar e moldar a próxima geração de consoles PlayStation.
Os fãs responderam com intensa reação online. A postagem que fez o anúncio no X atraiu extraordinários 69.000 respostas e 60.000 retuítes até o momento.
“Faz tanto sentido quanto mudarmos para pizzas digitais”, respondeu a conta britânica da Domino’s Pizza ao anúncio. “Vocês estão prestes a ser arrastados”, alertou um comentarista. «O que você está fazendo com seus jogadores leais? Este não é o caminho», escreveu outro. “Não tenho palavras, último prego no caixão da empresa que amei”, dizia outro comentário.
Originalmente relatado por Sibanee Gogoi em Obrigatório.