A nova versão ARMY Bomb do BTS gera polêmica sobre compatibilidade e feedback do usuário.
- Os fãs expressam preocupações sobre a compatibilidade com as versões anteriores do ARMY Bomb.
- Os usuários relatam problemas que afetam o desempenho e a funcionalidade da versão 4.
- O BTS aborda a reação negativa, prometendo uma experiência de usuário aprimorada em lançamentos futuros.
Em 5 de fevereiro de 2026, a BigHit Music anunciou oficialmente o lançamento do BTS Official Light Stick Special Edition: Versão 4 (frequentemente referido pelos fãs como “ARMY Bomb Ver. 4”).
Embora o anúncio de um novo lightstick normalmente gere entusiasmo, em vez disso desencadeou uma reação massiva do fandom global do EXÉRCITO.
O principal ponto de discórdia não é o design em si, mas a decisão repentina de descontinuar o suporte de controle sem fio para versões mais antigas nos próximos shows.
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Problemas de compatibilidade geram indignação
De acordo com o aviso oficial, começando com os tão aguardados shows da turnê mundial “ARIRANG” do grupo em junho de 2026, os modelos mais antigos – especificamente o Map of the Soul Special Edition (MOTS SE) e a versão 3 – não serão mais compatíveis com o sistema central de controle sem fio.
Isso significa que os fãs que possuem essas versões mais antigas não poderão participar dos shows de luzes sincronizados que se tornaram uma marca registrada da experiência de shows do BTS.
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Os fãs recorreram às redes sociais e plataformas comunitárias como Reddit e X (antigo Twitter) para expressar sua frustração, com muitos citando os seguintes motivos para sua raiva:

- Encargo financeiro: Muitos fãs compraram recentemente o lightstick MOTS SE durante o hiato do grupo, apenas para descobri-lo “obsoleto” para a nova turnê. Com os preços da nova versão esperados acima de US$ 60 a US$ 70, muitos se sentem “forçados” a comprar um novo dispositivo depois de já gastarem pesadamente em ingressos para shows.
- Momento: O lançamento foi criticado por estar “muito próximo” das datas da turnê, dando aos fãs pouco tempo para economizar ou garantir o novo hardware antes do prazo de envio.
- Preocupações com a sustentabilidade: Os críticos apontaram o impacto ambiental de tornar “inúteis” milhares de dispositivos eletrónicos perfeitamente funcionais para o seu propósito principal, rotulando a mudança como lixo eletrónico desnecessário.
Novos recursos da versão 4
Apesar da controvérsia, o novo lightstick da Versão 4 introduz diversas atualizações técnicas destinadas a justificar o seu lançamento:
- Bateria recarregável: Afastando-se das baterias AAA, a nova versão apresenta uma base de carregamento dedicada e uma bateria recarregável interna.
- Efeitos de iluminação aprimorados: O novo modelo suporta uma gama mais ampla de gradientes de cores e efeitos estroboscópicos que são supostamente incompatíveis com o hardware de versões mais antigas.
- Personalização: Semelhante a outros lightsticks recentes do grupo HYBE (como o SEVENTEEN), o Ver. 4 apresenta uma cúpula interna mais personalizável, permitindo que os fãs personalizem a aparência de sua “bomba”.
Estratégia de “Escassez” da HYBE
Os analistas da indústria associaram esta mudança ao recentemente anunciado modelo de negócios “Hybe 2.0” da HYBE, que se concentra num “novo modelo de experiência baseado na escassez”.
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Embora a empresa afirme que essas atualizações são necessárias para fornecer uma experiência de ponta aos fãs, um grande segmento do fandom vê isso como uma “ordenha calculada de fãs” após o hiato de três anos do grupo.
A partir de 5 de fevereiro, a hashtag “Boycott Ver. 4” começou a ser tendência em diversas regiões, com fãs pedindo à BigHit Music para lançar uma atualização de firmware que permitiria que lightsticks mais antigos permanecessem compatíveis com funções básicas de sincronização de luz, mesmo que não possam suportar os novos efeitos mais avançados.
Nem a BigHit Music nem a HYBE emitiram ainda uma declaração de acompanhamento sobre a reação.